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SFERA Soluções Inteligentes

Segmento

Tecnologia e processos para o setor automotivo

Para autopeças, vidraçarias automotivas e oficinas que dependem de orçamento rápido, peça certa por aplicação e ordem de serviço sob controle.

No setor automotivo, a venda se decide em minutos. O cliente liga, manda a placa ou o modelo pelo WhatsApp e quer três respostas: tem, quanto custa e quando fica pronto. Quem responde primeiro, com preço firme e prazo real, leva o serviço. Quem precisa consultar catálogo, ligar para o fornecedor e retornar depois normalmente perde para quem já respondeu.

O problema é que essas três respostas dependem de informação que costuma estar espalhada. A aplicação da peça — montadora, modelo, ano, motorização, código do fabricante e equivalências — vive entre catálogos, tabelas de fornecedor e a memória do balconista experiente. Quando ele falta ou sai da empresa, o atendimento perde qualidade da noite para o dia. E peça errada não é só devolução: é retrabalho, frete, cliente irritado e margem consumida.

Na oficina e na vidraçaria, o eixo é a ordem de serviço. Veículo que entra, diagnóstico, orçamento aprovado, peça solicitada, mão de obra, prazo prometido e entrega. Quando isso é controlado em caderno, quadro branco ou grupo de WhatsApp, três coisas acontecem sempre: ninguém sabe com precisão em que etapa cada carro está, o orçamento aprovado por telefone vira discussão na entrega e o serviço extra executado no meio do caminho não é cobrado.

Por fim, o estoque. Peça e vidro têm curva bem definida: um punhado de itens sustenta o faturamento e uma cauda enorme fica parada meses. Sem histórico organizado por aplicação e sem giro visível, a compra oscila entre a falta do item que vende toda semana e a prateleira cheia de item que não sai. Quando entra seguradora no fluxo, soma-se ainda o controle de autorização, prazo e documentação de cada atendimento.

O que trava

Desafios típicos deste segmento

Orçamento que demora e perde a venda

Enquanto o balcão consulta catálogo e fornecedor para responder preço e prazo, o cliente já recebeu resposta de outro lugar.

Peça errada por falha de aplicação

Modelo, ano, motorização e equivalência dependem de catálogos dispersos e da memória de quem atende. O erro gera devolução, frete e retrabalho.

Ordem de serviço fora do sistema

Caderno, quadro branco e WhatsApp não dizem em que etapa cada veículo está, nem quem aprovou o quê e quando.

Serviço extra executado e não cobrado

O que foi acrescentado depois do orçamento inicial se perde entre a oficina e o caixa, e a margem do serviço vai junto.

Estoque sem leitura de giro

Item de alta rotação faltando e capital parado na cauda do catálogo, porque não existe curva nem histórico confiável por aplicação.

Histórico do veículo e do cliente perdido

Sem registro do que já foi feito naquele carro, cada atendimento recomeça do zero e o retorno programado nunca acontece.

Como atuamos

O que costuma fazer diferença aqui

Começamos pelo atendimento, porque é onde o dinheiro entra e sai mais rápido. Medimos quanto tempo leva do primeiro contato até o orçamento enviado, quantas mãos passam por esse caminho e quantas consultas cada resposta exige. Esse número costuma explicar sozinho boa parte da conversão perdida — e costuma ter conserto sem obra grande, com automação de processos na coleta do pedido, na montagem do orçamento e no aviso de status para o cliente.

Depois vem a estrutura: catálogo com aplicação e equivalência, estoque com giro visível, ordem de serviço com etapas, aprovação registrada e histórico por veículo. Quando as ferramentas atuais até servem mas não conversam, o caminho é integração de sistemas. Quando o processo do balcão e da oficina não cabe em nada de prateleira — e isso é comum em vidraçaria e em peça com aplicação complexa — a saída é um sistema personalizado, construído sobre o fluxo que a operação já usa.

Com o básico funcionando, os dados começam a valer: giro por item e por aplicação, prazo médio de serviço, taxa de aprovação de orçamento e retorno de cliente entram em Business Intelligence para orientar compra e política de preço. Se preferir começar entendendo onde está o gargalo antes de contratar qualquer coisa, comece pelo diagnóstico.

Aplicações

O que costuma ser construído, integrado ou automatizado

Orçamento digital em minutos

Montagem do orçamento a partir do modelo e da aplicação, com preço, prazo e envio direto ao cliente por link ou mensagem.

Catálogo por aplicação e equivalência

Busca por montadora, modelo, ano e código, com similares e itens compatíveis — o conhecimento sai da memória do balconista e vira sistema.

Ordem de serviço com etapas

Entrada do veículo, diagnóstico, aprovação registrada, execução, serviço extra e entrega, cada etapa com responsável e horário.

Controle de estoque com giro

Curva por item e por aplicação, ponto de pedido, alerta de falta do que realmente vende e leitura clara do que está parado.

Histórico por veículo e por cliente

Tudo que já foi feito naquele carro, com base para revisão, garantia e contato de retorno no momento certo.

Acompanhamento automático do cliente

Aviso de orçamento enviado, aprovação pendente, peça chegando e veículo pronto — sem ninguém parar o serviço para responder onde está o carro.

Experiência

De onde vem a familiaridade com este setor

O Apex-Glass é um sistema para vidraçarias automotivas com orçamentos digitais e controle de estoque, projeto desenvolvido pela ApexVilla, cuja experiência passa a integrar a estrutura da SFERA. Ele nasceu exatamente do problema descrito acima: orçamento que precisa sair rápido, com o vidro certo para o modelo certo, e estoque que precisa ser conferido antes de a promessa de prazo ser feita ao cliente.

No lado das peças, a operação de referência é a Mitsujas Guayana, de autopeças Mitsubishi em Puerto Ordaz. E antes de qualquer linha de código, há a vivência de Flávio Roberto acompanhando por anos o setor automotivo e as distribuidoras que o abastecem — pedidos perdidos no caminho, informação espalhada e processos que dependem de pessoas específicas —, experiência construída na Infinity Labs, que passa a integrar a estrutura da SFERA.

Perguntas frequentes deste segmento

Serve para oficina pequena ou só para rede grande?

Serve para os dois, mas o ponto de partida é diferente. Numa oficina pequena, o ganho maior costuma estar na ordem de serviço e no orçamento: saber em que etapa cada carro está e não perder serviço extra na cobrança. Em rede ou operação maior, o peso se desloca para estoque, padronização entre unidades e comparação de desempenho. O diagnóstico define esse ponto de partida antes de qualquer proposta, para você não pagar por estrutura que ainda não precisa.

Como o sistema evita a venda de peça errada?

Colocando a aplicação no centro da busca. Em vez de procurar por nome solto, o atendimento localiza a peça por montadora, modelo, ano e motorização, com os códigos equivalentes visíveis. Isso não elimina o julgamento de quem atende, mas reduz drasticamente o erro de quem está começando e não depende do balconista mais experiente estar presente. O histórico do veículo ajuda no resto: o que já foi trocado ali é a melhor pista para o que serve.

Consigo controlar o serviço extra que aparece no meio do caminho?

Sim, e essa costuma ser uma das primeiras coisas que se resolve. O serviço extra vira um item acrescentado à ordem de serviço, com registro de quem autorizou e quando. A aprovação pode ser feita pelo próprio cliente por link ou mensagem, o que encerra a discussão de valor na hora da entrega. Como consequência prática, o que foi executado passa a bater com o que é cobrado.

Preciso de aplicativo ou o sistema web resolve?

Depende de onde o processo acontece. Balcão, orçamento e faturamento funcionam bem no sistema web. Quando existe alguém registrando informação longe do computador — no pátio, na inspeção do veículo, na instalação em domicílio, com foto e assinatura do cliente — o aplicativo se justifica. A regra que usamos é simples: se a informação nasce fora do escritório, ela deveria ser registrada fora do escritório.

Vamos olhar a sua operação?

Conte como o processo funciona hoje. Devolvemos uma leitura do cenário e as prioridades que faríamos primeiro.

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