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SFERA Soluções Inteligentes

Case · R7 Comunicação e Desenvolvimento

Processos e métricas

Frameworks de processo e métricas: padronizar o que hoje depende de quem executa e medir pouca coisa, com dono e ação definida.

Ficha do projeto

Casa de origem
R7 Comunicação e Desenvolvimento
Segmento
Gestão e operação
Categoria
Gestão e pessoas
Situação
Projeto entregue

O problema

Quando o processo não está definido, o resultado depende de quem estava de plantão. Duas pessoas executam a mesma atividade de formas diferentes, ambas acreditando estar certas, e a qualidade oscila sem que ninguém consiga explicar o porquê. O cliente percebe antes da gestão.

A medição sofre do problema simétrico. Cada área traz o seu número, calculado do seu jeito, e a reunião de gestão consome a primeira meia hora discutindo qual número está certo em vez de decidir o que fazer. Onde há muitos indicadores e nenhum dono, medir vira relatório — e relatório que não gera ação ninguém lê pela segunda vez.

Contexto

Como a operação funcionava

A operação havia crescido sem padronizar. O conhecimento de como as coisas funcionam estava distribuído na cabeça das pessoas mais antigas, o que tornava a integração de qualquer contratado lenta e dependente de boa vontade individual.

Existiam indicadores, e esse é um detalhe importante: o problema não era ausência de dados, e sim ausência de acordo. Cada planilha de área media algo com um critério próprio, sem faixa esperada, sem frequência definida e sem alguém responsável por olhar. Medição sem dono é custo, não gestão.

Solução

O que foi construído

O primeiro passo foi mapear o processo real, incluindo os desvios que a equipe havia criado para dar conta da rotina. Esses desvios não são erro: são a evidência mais confiável de onde o processo oficial não funcionava. A partir daí, o processo-alvo foi desenhado simples o suficiente para ser seguido, em linguagem que a equipe usa.

Cada etapa recebeu responsável nomeado, com critério de passagem e tratamento explícito para as exceções mais frequentes. Padronização não é engessar: é garantir que o resultado não dependa de quem executou naquele dia.

Na medição, a escolha foi por redução. Poucos indicadores, cada um com dono, frequência, faixa esperada e — o item que faz a diferença — a ação prevista quando o número sai da faixa. A reunião de gestão passou a ter pauta fixa construída sobre isso. Projeto conduzido pela R7 Comunicação e Desenvolvimento, cuja experiência passa a integrar a estrutura da SFERA.

Recursos técnicos

  • Mapeamento do processo real e do processo-alvo
  • Matriz de responsabilidades por etapa
  • Procedimentos escritos em linguagem da operação
  • Conjunto reduzido de indicadores com dono e faixa
  • Ritual de revisão com pauta fixa

Processo

Como o projeto aconteceu

  1. 01

    Escuta da liderança e da operação

    As duas versões do mesmo processo. A distância entre o que a gestão pensa que acontece e o que acontece é o começo do diagnóstico.

  2. 02

    Mapeamento do processo real

    Como funciona de verdade, com os atalhos e desvios que a equipe criou — que costumam apontar exatamente onde está o gargalo.

  3. 03

    Desenho do processo-alvo

    Fluxo simples o bastante para ser seguido, com responsável por etapa e tratamento das exceções recorrentes.

  4. 04

    Definição dos indicadores

    Poucos, com dono, frequência, faixa esperada e a ação prevista para cada tipo de desvio.

  5. 05

    Implantação com a equipe e revisão

    Adoção conduzida com quem executa, seguida de rotina de revisão para corrigir o que a prática mostrar.

Resultado

O que mudou na operação

Resultados descritos de forma qualitativa. Não publicamos percentuais nem economia estimada sem medição comprovada do cliente.

Resultado

  • Processo padronizado e documentado em linguagem que a equipe realmente usa.
  • Responsável nomeado em cada etapa, com critério de passagem e tratamento de exceção definido.
  • Conjunto reduzido de indicadores, cada um com dono, frequência e faixa esperada.
  • Reunião de gestão com pauta fixa: o desvio passou a gerar ação em vez de discussão sobre o número.
  • Integração de novo funcionário apoiada em procedimento escrito, e não em observação informal.

Aprendizados

  • Medir tudo equivale a não medir nada: poucos indicadores com dono valem mais que um painel completo.
  • Processo desenhado sem quem executa dura até a primeira semana difícil.
  • Os desvios que a equipe inventou são o melhor diagnóstico disponível — vale entendê-los antes de eliminá-los.
  • Indicador sem ação vinculada vira relatório, e relatório sem consequência para de ser lido.

Seu problema se parece com este?

Conte como a sua operação funciona hoje. Dizemos se o caminho seria parecido — e onde seria diferente.

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